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Prosperidade


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John MacArthur expõe a teologia da prosperidade
Porque promessas como "paz, prosperidade, riqueza, realização de seus sonhos" são tão atrativas e fazem tando sucesso no meio religioso? John Macarthur vai direto ao ponto (como é de costume!), e explica o que está por trás disso: os desejos deturpados de uma humanidade caída.

Prosperidade


Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?

por Augustus Nicodemus

Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.
Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.
  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. 
  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.
  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.
  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.
  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.
  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. 
  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. 
  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.
  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus. Fonte:   O Tempora, O Mores

Mais uma da Teologia da Prosperidade


Depois da teologia da prosperidade, os ditados populares não são mais os mesmos…

por André Sanchez

Como seriam os ditados populares sob a ótica da teologia da prosperidade?

A teologia da prosperidade, além de revolucionar [para pior] o meio cristão, também veio para revolucionar o mundo dos ditados populares. Vejam os novos ditados baseados nessa teologia:

Diga-me quanto é a tua oferta e te direi quem és.
Quando a oferta é demais o apóstolo [não] desconfia.
Em terra em que não se estuda a Bíblia, quem tem uma revelação é rei.
Oferta pouca é bobagem.
É melhor um fiel ignorante na mão, do que dois voando [para uma igreja séria].
Quem oferta sempre alcança.
Contra ofertas (polpudas) não há argumentos.
De jatinho apostólico se vai longe.
Campanha da prosperidade não faz mal a ninguém.
Dinheiro é o que traz felicidade.
Quem semeia ofertas não colhe adversidades.
De grão em grão o apóstolo enche o jato.
Ofertar hoje, para receber a bênção amanhã.
Doutrina da minha igreja não se discute.
Saco de oferta vazio não pára em pé.
Não dê pérolas aos porcos, dê aos apóstolos.
Quem oferta o que quer, ouve o que não quer.
Não há nada como uma reunião da prosperidade após a outra. [o cofre fica cheio!]
Quem entra na igreja é para ofertar.
Não deixe para amanhã a oferta que você pode dar hoje. [vai que amanhã você não vem!]
Para quem quer a “bença”, meia revelação basta.
Determinar não ofende.
Quem dá para a igreja oferta a Deus.
Ofertem pouco, ofertem muito, mas ofertem pra mim
A pregação é prata. A oferta é ouro.
Quem oferta quer ganhar. [algo de volta de Deus]
O pior crente é aquele que não quer ofertar.
Quem não se lembra dele?  Pastor dos 900 Reais
Se você conhece mais algum ditado da teologia da prosperidade escreva nos comentários!